terça-feira, 9 de agosto de 2011

Agosto é o mes das vocações


Falar em vocação nos traz de imediato à mente a compreensão de um chamado e de uma missão a cumprir. Os documentos da Igreja ensinam que toda pessoa é vocação. Sob a luz da fé cristã, não nascemos apenas do encontro do amor de um homem com uma mulher, mas, todos somos pensados e queridos por Deus desde sempre e para sempre. Toda pessoa tem uma origem divina e humana ao mesmo tempo.

Em nossa origem divina e humana, feitos à imagem de Deus, somos todos missionários na essência de nosso ser. Cada pessoa, onde quer que se encontre, tem uma missão a viver e a cumprir. Ninguém é maior, ninguém é menor. Na fé cristã, o valor de alguém, não se mede pelo cargo que ocupa, mas, pelo amor que se vive. Somos membros vivos uns dos outros. Todos são necessários.

Essa consciência do valor da vida nos leva ao dever de compromisso na solidariedade com todos, principalmente com os mais pequeninos e necessitados de nosso mundo. Santo Agostinho afirma: “A maior glória de Deus é a dignidade do homem”.

É, portanto, impensável viver a fé sem a consciência de um compromisso sério de comunhão com Deus e com os irmãos. “Quem diz amar a Deus a quem não vê e não ama o irmão a quem vê, se engana a si mesmo e é mentiroso” (1Jo.4,20-21).

Como cristãos, devemos permanentemente nos questionar sobre as exigências práticas de nossa vocação e vida cristã. Como valorizamos nossa vida e a vida de todos que nos cercam? Que tempo investimos no cultivo dos valores da vida em família, na comunidade e na Igreja? É bom saber. Valor não é um conceito e nem apenas um conhecimento, mas, um bem que investimos e levamos a sério em nossa vida.

Esta é a verdade. No amor somente se partilha aquilo que se é. “Ama teu próximo como a ti mesmo” Lc.10,27. Quem não se ama e não é honesto consigo não ama a ninguém. Como querer transformar os outros, o mundo, se por primeiro não nos transformamos a nós próprios? Sem dúvida, o mundo precisa de doutores e de teólogos, mas precisa acima de tudo de pessoas que vivam sua fé. Neste mês em que à Igreja nos convida a refletir sobre a vocação, somos convidados a pensar sobre que valor damos a nossa vida e a vida de todos. Sem dúvida, faz muito sentido refletir sobre como cada um vive em família, na comunidade, na Igreja e em sua missão específica no mundo.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Arraiá do cumpade JUCA 2011

Vamos pular fogueira na santidade
Olá galerinha de Deus! estamos muito animados com os preparativos do nosso arraiá... contamos com a presença de todos vc´s!!!!
O I arraiá do cumpade JUCA acontecerá dia 27 de junho no Esther´s Buffet ás 18:30.Com o tema "vamos pular fogueira na santidade". O grupo está trabalhando em forma de equipes, que são duas, a equipe laranja formada por novatos e a equipe vermelha formada por veteranos. No nosso arraiá terá apresentações de danças culturais, apresentação de cordéis feito pelos própios componentes do grupo, casamento matuto e para completar a noite teremos a escolha da rainha caipira JUCA 2011, cada equipe terá a sua representante!
Não esqueçam dia 27 de junho ás 18:30 no Esther´s Buffet, a entrada é franca! Haverá a nossa cantina típica com muitas guloseimas... venha e participe conosco, escolha sua equipe preferida e juntos vamos fazer um São João super de Deus!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Não pecar contra a castidade


As consequências de uma sexualidade errada
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) coloca a castidade como um dom, uma graça, uma obrigação. Castidade tem tudo a ver com a capacidade de dar-se. A pessoa que consegue ter um autodomínio de si, consegue dar-se ao outro.
Eu percebo que todos nós pecamos muitas vezes contra castidade por termos aprendido assim na escola, em casa ou na televisão. Eu acredito que mesmo por pensamento, por atos ou omissões já pecamos contra a castidade.
O encardido [inimigo de Deus] não conseguiria nos fazer pecar se ele não revestisse o pecado com algo gostoso. Ele usa isso como isca; somos como peixes, o pescador coloca a isca no anzol, o peixe vê, achando que é comida, vai comer e acaba sendo fisgado. Primeiro, o encardido nos seduz, depois ele nos leva a nos autocondenar. Para eu cometer um assassinato eu preciso ter uma arma, mas para eu cometer o pecado da castidade, eu não preciso de nada, somente do corpo.
O Catecismo afirma que a sexualidade tem tudo a ver com a pessoa humana. A sexualidade no falar, no agir, de cortar o cabelo. Homem tem de mostrar que é homem na roupa que veste e vice-versa; mas, num capítulo, o Catecismo mostra as consequências de usarmos a nossa sexualidade de forma errada.
Certa vez fui conhecer o quadro da Monalisa. Lá se paga uma fortuna, existem vários seguranças tomando conta da obra, mas, quando cheguei, me decepcionei, pois era um quadrinho de nada. Por que será que havia tantos guardas tomando conta daquela obra? Por causa do artista que a tinha feito.
Sabe por que a Igreja briga tanto por você? Por causa do Artista que o criou, você é uma obra de arte muito preciosa.
Para os casais e para os que estão prestes a se casar eu recomendo que leiam o meu livro: "Sede fecundos". Vocês precisam descobrir a beleza da castidade e do seu corpo. O objetivo do encardido, quando quer seduzir, é fazê-lo perder o autodomínio, e perdendo o autodomínio você não se valoriza.
O corpo de uma pessoa que se prostitui caminha muito rápido para a deformação. A sexualidade é boa, é fonte de vida, é obra privilegiada das mãos de Deus, por isso temos de ter cuidado quando vestimos uma roupa, para não despertar no outro um olhar malicioso.
Quando um homem e uma mulher se unem é o lugar mais parecido com o céu.
A melhor e a mais bela reprodução da beleza da Santíssima Trindade se dá quando casais consagrados a Deus se unem num ato sexual. E a marca registrada do amor de Deus é o prazer e a alegria no corpo e na alma no ato sexual.
O Catecismo apresenta no plural: os atos próprios pelos quais o homem e a mulher se dão, a relação íntima da mulher e do homem. Quando essa relação é isolada é mais apropriado chamá-la de prostituição.
Precisamos cuidar do nosso corpo e do nosso órgão sexual. Hoje em dia os jovens não têm vergonha de nada, usam calças com cuecas aparecendo, calcinha aparecendo; isso quando não aparecem outras coisas. Você precisa a amar o seu corpo, foi Deus quem o fez.
Nós precisamos combater o inimigo, principalmente porque ele se instala na sexualidade. E tudo porque a sexualidade é linda.
Fundador da Comunidade Bethânia

domingo, 5 de junho de 2011

I Arraiá do Cumpade JUCA

Olá meus amados irmãos, estamos no mês do São João e o grupo JUCA não poderia perder esta grande festa! e para festejar o mês das quadrilhas juninas estamos preparando uma grande festa, o I Arraiá do Cumpade JUCA.
Ainda estamos nos preparativos iniciais por isso não estamos divulgando muita coisa mas tudo indica que será mais um evento de grande susesso do grupo. Desde já contamos com a sua presença e colaboração e vamos juntos rumo a evangelização do grupo JUCA!!!.
Coordenador geral Kelsim.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Juventude e Santidade







“Confesso que me perco e me arrebato na contemplação da Divina Bondade, mar sem praia e sem fundo, que me chama a um descanso eterno por um trabalho tão breve e pequeno; que me convida e me chama ao céu para aí me dar aquele bem que tão negligentemente procurei, e que me promete o fruto daquelas lágrimas que tão parcamente derramei.”

Um jovem, Luís Gonzaga, percorreu a estrada da santidade, sonhou com o céu, antecipou-o na terra vivendo a virtude! Deus atrai e chama a cada um de nós para estar junto dEle e viver a sua vida.

São Luís Gonzaga viveu em seu tempo e em seu ambiente a resposta ao chamado de Deus. Era de família, herdeiro de títulos de nobreza e, desde menino sentiu-se atraído à oração e à pureza. Renunciou a tudo para seguir a Jesus, o único bem, como experimentava São Paulo: “Tudo considero perda por amor a Cristo.”

Encontrou o tesouro precioso do Reino dos céus! Deixou tudo e entrou na Companhia de Jesus. Lutou contra o orgulho e a vanglória, que são as tentações e os pecados dos puros.

Seu caminho foi a busca da pureza e a caridade reflexo de sua fé, especialmente no serviço ao doentes. Morre dando a vida pelos irmãos, cuidando daqueles que sofriam pela peste, a ponto de ser, também ele atingido pela enfermidade. Com que dignidade encarou a vida e a morte, para que esta fosse plenitude da entrega radical vivida durante uma existência inteira.

Em nossos dias acontece uma distância entre fé e vida, por falta de grandes ideais e de grandes líderes. Faltam modelos – “o Brasil precisa de muitos santos”, disse João Paulo II – para a juventude, amadurecidos no meio da própria juventude, radicais no seguimento de Jesus.

O Senhor nos chama à santidade. ” A santidade é a chave do ardor renovado da nova evangelização. Somente a santidade de vida alimenta e orienta uma verdadeira promoção humana e a cultura cristã.

Ser santo é seguir Jesus Cristo que nos quer santos e imaculados, como desde toda a eternidade o Pai nos pensou. Tornar-nos homens novos que chamam a Deus de Pai e expressam Seu amor no reconhecimento de seus irmãos.

Jesus “continua hoje chamando os jovens para dar sentido a suas vidas… A missão dos adolescentes e jovens é preparar-se para ser os homens e mulheres do futuro, responsáveis e ativos.

Sejamos santos!

Dom Alberto Taveira.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Missa é chata pra quem é chato na missa

Pois é meus queridos irmãos, ao longo de anos de caminhada, encontramos de tudo pelo caminho, entre conversões e desvios, milagres e espera, ânimo e desânimo, Fé e a falta dela percemos em tudo isso, a determinação do ser humano na incansável busca de respostas ou sinais que para alguns não são tão fáceis de serem encontrados.

Para nós Católicos, podemos dizer que toda nossa Fé se resume principalmente ao Milagre da Celebração Eucarísitca, e nela encontramos toda resposta, todo milagre, toda cura, todo sinal e santidade que buscamos.

Mas infelizmente, alguns irmãos que até julgam professar a Fé Católica costumam cometer um grande erro ao tentar responder porque não participam da Igreja ou sequer vão a Missa como deveriam. Alguns argumentam: "A Missa na minha Paróquia é chata". Se você que está lendo este texto, não se encaixa neste perfil, ótimo... mas se você ao ler isso pensou: "Nossa, ele está falando da minha Paróquia" eu digo a você que não, não falei de sua Paróquia, se você acha que a Missa na sua Paróquia é chata, então estou falando de você e para você.

Sabe porque você acha a Santa Missa chata? PORQUE VOCÊ É MUITO CHATO NA MISSA!!!

São muitas as pessoas que encontram desculpas e culpados para não participar da Igreja, e chegam ao cumulo de dizer que a Maior Riqueza que temos na Igreja é simplismente chata, talvez porque a música não lhe agrada, ou o a Homilia do Padre o incomoda, ou quem sabe o calor da Igreja, ou as pessoas que frequentam a Igreja não lhe agradam, ou até mesmo o próprio ambiente lhe é incomodo.

São pessoas que vão a Missa por obrigação e não prazer, fingem abraçar uma Fé muito mais por medo do inferno do que por Amor ao Céu, olham o tempo todo para o relógio, se dispersam com qualquer coisa, o tempo todo reparando nas atitudes das outras pessoas, ficam irritados se a Homilia demora um pouco mais que o normal e vão a loucura com os avisos ou teatros no final da Missa, ou seja, a pessoa viu tudo, menos Jesus presente na Eucaristia e depois diz que a Missa é que é chata... FAÇA-ME O FAVOR HEIN!

O pior de tudo, é que são essas pessoas que depois começam a passar dificuldades, e vão "buscar" Deus em outros lugares onde oferecem respostas imediatas e milagres a troco de dinheiro, e saem felizes dizendo que lá sim encontraram a Deus... triste isso, já que Deus é Onipresente, mas em nossa Igreja bate o coração de um Jesus Eucarístico e quando Ele se faz presente no Santíssimo Sacramento, muito não o enxergam, ou simplismente fazem pouco caso de sua presença.

A Missa deixará de ser chata, para aqueles que deixarem de ser chatos para ela e buscar participar plenamente da Liturgia, deixar-se envolver pelo momento Sagrado da Comunhão.
Toda Missa Cura, toda Missa é milagrosa, toda Missa liberta...desde que nossa Fé se rende a tudo isso!

Volto a dizer meus amigos, quando alguém disser que a Missa é chata, de um modo bem terno e sereno diga para ela que isso só vai mudar quando ela deixar de ser chata na Missa!

(Texto de Renato Emanuel)

domingo, 1 de maio de 2011

Jovens cristãos corajosos

“Jovens, escrevo-vos, porque vencestes
o maligno. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós,
e já vencestes o maligno”.

1Jo 2: 13b e 14b

Nosso tempo é insensível aos valores morais, familiares e espirituais. Todos sofrem os impactos das mudanças que a cultura globalizada e a massificação imprimem sobre nosso viver. Essas marcas podem ser vistas de maneira clara e particular na vida dos jovens. Por isso o apóstolo do amor encoraja os crentes a observar os valores cristãos. A preocupação joanina tem fundamento: “o mundo jaz no maligno”. O teólogo Karl Bart, com sua visão teológica existencialista do homem, conseguiu penetrar no âmago, daquilo que se tornou o ser humano caído - um ser inquieto. Diz-nos Bart:

“A inquietação - a ansiedade que nos espreita em toda criação não vem desta ou daquela dor, deste ou daquele horror, anseio, ou por alguma falta de beleza; nem provém da totalidade das coisas imagináveis que lhes possam dizer respeito diretamente, porém, vem da própria condição da criatura. Essa inquietação tem a sua origem no declarado deserdamento da vida direta e na insopitável esperança que a criatura tem”.

João está preocupado com os jovens cristãos. Ora perdidos, agora, salvos mediante a cruz de Cristo. Seu desejo era de que os jovens permanecessem fundados na verdade: “já vencestes o maligno”. Pelo poder do evangelho, eles tiveram suas vidas mudadas de pessoas entregues às paixões e concupiscências da carne para servos do Deus Santo. Os jovens podem e devem subjugar as forças carnais e canalizá-las para o padrão bíblico que produz frutos aceitáveis ao Senhor: “a palavra de Deus habita em vós”.

Exercício espiritual importante é a oração. Nosso tempo não dá tempo, dizem alguns. É verdade, o mundo tenta nos escravizar quanto às atividades urgentes e não podemos ao menos contemplar o belo, porque não há tempo. Ao lado dos cuidados que temos com a vida, para sermos vitoriosos temos de colocar “tudo diante do altar”. Ao fazê-lo, devemos deixar espaço para que o Espírito Santo fale aos nossos corações. Oração é diálogo e não monólogo. Somente através dela Charles Hummel conseguia alivio à sua alma, e escreveu:

“Um período de tempo diário adequado para esperar em Deus... é a única maneira pela qual posso escapar da tirania das coisas urgentes”.

Outra ferramenta básica para continuar vencendo o maligno é a leitura da Palavra. Nesta indicação, João dá uma chave importante: “...e a palavra está em vós...”. Em seu evangelho, o apóstolo, ao transcrever um discurso do Mestre, afirmou que, em estando em Cristo e, se suas palavras estiverem presentes nas vidas das pessoas, pode-se até pedir tudo, segundo a vontade de Deus, que será realizado.

Ora, em toda a apresentação da Bíblia há uma homogeneidade quanto ao valor da verdade como revelação especial de Deus ao homem. O salmista atestou que escondeu a Palavra em seu coração para não pecar contra o Senhor. Ter a Palavra guardada no coração é arma de valor imensurável para se vencer “este mundo tenebroso”. É preciso saturar a mente com as coisas do Reino.

Quantas informações recebemos durante o dia, através dos canais tecnológicos e humanos? Muito provavelmente, a maioria delas não tem o aval do Senhor santo e justo. É na Palavra de Deus que temos assegurado conhecer a vontade do Senhor. Devemos amar a Bíblia. Nela meditar. Dela obedecer a seus ditames. Martinho Lutero, o reformador alemão do Século XVI, tinha uma paixão tão grande pela Bíblia, que “virou” o mundo de seus dias de ponta-cabeça (coisa de jovem...), através da renovação que a Palavra lhe produziu. Ele a amava e declarou o seu amor:

“O que o pasto é para o rebanho, a casa para o homem, o ninho para o passarinho, a penha para a cabra montês, o arroio para o peixe, a Bíblia é para as almas fiéis”.

O jejum é outra ferramenta adequada. No mundo europeu e na América, onde já há mais problemas com a obesidade do que com a fome; tirar um momento para jejuar parece algo tão inusitado, estranho, que não se dá mais o valor que lhe cabe.

Ao dedicarmos ao jejum, principalmente aquele de Isaías capítulo cinqüenta e oito, das coisas desagradáveis, Deus opera em nós, pois estamos a declarar que o Senhor reina em nosso viver, que valorizamos a comunhão com o Senhor de Todas as Coisas, em detrimento dos valores, padrões e ditames mundanos.

É preciso exercitar estas ferramentas para que obtenhamos vitória em nossa caminhada. Empiricamente, todo aquele que sucumbe na vida espiritual, deixou os exercícios destas ferramentas.

Parece-nos desnecessário, descabido e até impossível viver uma vida de vitória sobre a carne, mundo e Satanás. Embalados por esta idéia, alguns, não poucos, têm vivido à risca, o que o famoso poeta português Luís de Camões deixou escrito: “Coisas impossíveis, é melhor esquecê-las que desejá-las”.

Entretanto, João, nesta passagem, menciona pessoas que haviam vencido o maligno e vencido sua doutrina, vencido seu modo de vida maligno, convites, fantasias - máscaras haviam sido descobertas. Jovens que venceram a estratégia de Satanás em tornar frio o que estava quente - pelo Criador; em tornar escuro o que se produziu em luz; em odiar, quando o amor era o imperativo. Jovens visionários num mundo mau, mas, vencendo os problemas e dificuldades pelo exercício da fé em Cristo, alcançada pelo sacrifício na cruz, pela justificação, regeneração e autêntica santificação.

Não era somente saborear a vitória que ocorreu no passado, mas continuar a vencer. João estava diante de pessoas que venceram o mundo mau de sua época. Cada era reserva dificuldades adequadas. Jovens que eram fortes, porque estavam municiados com a Palavra de Deus. Se o mundo gentílico, dado às orgias dos tempos de João pôde ser vencido, nosso tempo, desprovido de nobreza e escasso de bons valores, apesar de toda a liberdade conquistada a partir da revolução francesa, também o pode ser. O Senhor está conosco e tem o controle de todas as coisas.

David Brainerd foi um jovem visionário que, no século XVIII, deixou as facilidades de seu tempo e embrenhou-se pelo interior a pregar aos Navajos americanos. Depois de alguns anos, por causa de seu ministério, já fraco, doente, preparando-se para estar com Cristo, deixando uma noiva que o amava, declarou ao seu irmão que o assistia na “hora da morte” - Israel Brainerd, o seguinte: “Digo, agora, morrendo, não teria gasto a minha vida de outra forma, nem por tudo que há no mundo”. Ele tinha apenas vinte e nove anos de idade.

Jovens dignos num mundo indigno. Jovens fortes que vencem o maligno. Jovens firmados na Palavra, produzindo frutos para a vida eterna. Continuem a ouvir o belo e sábio conselho de João.


terça-feira, 26 de abril de 2011

O Cristão Católico pode usar Piercings e Tatuagens?


O Cristão Católico pode usar Piercings e Tatuagens?



Cristão pode usar tatuagem?

A medicina não a recomenda, pelo facto de serem quase irreversíveis e prejudiciais no campo da saúde.

No campo social note que são muito usadas por jovens ligados à música pesada, crime, violência, drogas, etc. Isto não parece bom. Muitas vezes são pactos , consagrações, que são celebradas até com as forças do mal e das trevas. Aí então, piorou.


A Bíblia diz o seguinte:

(Lv 21, 5 ) "Os sacerdotes não rasparão a cabeça, nem os lados de sua barba, e não farão incisões em sua carne"

(Lv 19,28) "Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor."

(Dt 14, 1) "Vós sois os filhos do Senhor, vosso Deus. Não vos fareis incisões, e não cortareis o cabelo pela frente em honra de um morto"


As tatuagens têm sua origem no mundo das magias e do esoterismo. A magia é uma artimanha que pretende forçar poderes superiores ou a própria Divindade a agir segundo a intenção do mago, e só ele, conheceria os meios para tal. É claro que isto ofende a Deus. A magia é uma caricatura da religião, pois coloca o homem (mago, bruxa, feiticeiro, necromante, cartomante, pagé, etc.) acima de Deus, que ele quer controlar com os seus encantamentos.
São Paulo diz-nos:

(I Cor 6,1717) "Pelo contrário, quem se une ao Senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo."*

Texto de: Prof. Felipe Aquino


O CRISTÃO DEVE USAR PIERCING OU TATUAGEM?

O pluralismo corrói insidiosamente o cristianismo. Para muitos o piercing e a tatuagem é apenas uma questão cultural. Entretanto, “o Evangelho nunca é o hóspede da cultura; ele é sempre seu juiz e redentor,” pois parte dela é demoníaca. O cristão está na contra­mão (Tg 4.4; 1 J0 2.15; Rm 12.1-2).


Que prática você deve rejeitar?

1. Se traz escândalo ou fere a consciência alheia (Mt 18.7; Rm 14.21)

2. Se deforma a dignidade humana (II Cor 4.2;Cl 3.17; 1 Cor 6.12)

3. Se a natureza da prática dá lugar à carne, envolve magia, ocultis­mo, idolatria, exploração, malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25)

4. Se apresenta alguma aparência do mal (1 Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16)

5. Se viola a autoridade dos pais, pastor, governo (Rm 13.2; Tt 1.9-10)

6. Se traz dúvidas ao coração ou à consciência (Rm 14.22; 1 Jo 3.20)

7. Se não traz edificação ou a glória de Deus (1 Cor 6.19-20; 10.23)

Texto de: Prof. João Flávio Martinez


Dos textos de São Tomás se conclui que pode haver pecado no uso de adornos, por 4 razões:

1) Por excesso de adornos;

2) Por uso de adornos com intenção impura;

3) Por contrariar os costumes legítimos de um povo, causando escândalo.

4) Pelo uso de adornos que sejam símbolo de pecado (Caso citado da meretriz que usa adornos -- típicos em cada sociedade -- da prostituição). Um símbolo pode ser então pecaminoso.

5) Poder-se-ia também acrescentar que, pelo menos em certos casos, o uso destes supostos elementos de "adorno" vise manifestar o repúdio explícito da ordem natural, na estética ou um ódio à própria beleza -- como ocorre com certos adeptos da Arte Moderna -- querendo proclamar a liceidade de uma tendência desregrada, e até doentia de amor pela desordem, o que seria muito mais grave.


Apliquemos, agora, esses princípios à questão das tatuagens e piercings

Estes dois tipos de adornos têm um carácter particular, porque afectam de modo mais ou menos definitivo, e de modo mais ou menos excessivo, a própria integridade do corpo humano, que deve ser respeitado por ser templo de Deus.

Evidentemente, mutilar o corpo sem razão vital (ou pelo menos bem séria como o caso das operações necessárias para salvar a vida) é sempre PECADO GRAVE.



Sem dúvida, tatuagens que consistam em imagens libidinosas ou insinuantes de pecado são sempre pecaminosas, e é preciso ressaltar que muitas tatuagens e muitos piercings são escandalosos, por sua imagens ou por seu desejo de vanglória escandalosa. Ademais uma tatuagem é símbolo de selvageria. Somente povos ditos primitivos as usam.

Na medida em que as tatuagens contrariam os costumes civilizados e cristãos, elas são ilícitas.

Os símbolos podem ter uma importância muito grave, pois "símbolos são o inteligível no sensível", segundo a esplêndida definição do pseudo Dionísio. Uma tatuagem, ou um piercing pode conter, então, um símbolo, uma ideia. E sempre a tatuagem e o piercing simbolizam a rebelião contra os costumes imemoriais da civilização cristã.

Nesse sentido, eles são sempre maus e ilícitos. Evidentemente, a gravidade dessa ilicitude depende do conhecimento e da intenção de quem usa tais "adornos".

Não podemos esquecer também, como já aludi mais acima, que ocorrem certos casos nos quais estes "adornos" são usados intencionalmente como um modo de linguagem simbólica que expressa rebelião contra o Criador e Autor da natureza.

Que usar um símbolo mau pode ser pecado, se tem prova na conhecida saudação marxista de levantar a mão com o punho fechado, ou na saudação nazista da mão erguida espalmada.
Durante os anos da Guerra Civil Espanhola, bastava um Padre levantar a mão com o punho cerrado, fazendo a saudação comunista, que lhe seria poupada a vida. Recusando fazer esse gesto simbólico de aceitação do comunismo, o padre seria fuzilado.

Também durante as perseguições romanas, bastava aos cristãos colocarem um grão de incenso no fogo diante de um ídolo, para que o cristão fosse poupado do martírio. E a Igreja condenava como apóstatas quem tal fizesse. Como a Igreja condenava com excomunhão os cristãos que, sem queimar um grão de incenso diante de um ídolo, pagavam para que seu nome fosse colocado na lista dos incensadores, sem ter realizado esse símbolo de idolatria.

Portanto, usar tatuagens e piercings para,
conscientemente e voluntariamente,
violar os costumes da civilização cristã é também pecado.
Daí, constar na Sagrada Escritura a condenação do uso de tatuagens e de incisões na carne:

(Lev. 19, 28) - "Não fareis incisões na vossa carne por causa de algum morto, nem fareis figuras algumas ou sinais sobre o vosso corpo" .


domingo, 17 de abril de 2011

Orgulho o inimigo do Perdão

Quem já não – ao ser tomado pelo ímpeto e na certeza de estar fazendo a coisa certa – feriu aquela pessoa com quem se convive? Seja numa resposta “atravessada” ou numa atitude grosseira, contribuímos de alguma forma com a divisão ou o isolamento das amizades. Passado algum tempo, já com a “cabeça fria”, percebemos que procedemos de maneira equivocada – ferindo pessoas ou até mesmo nos ferindo. Refletir sobre o nosso ato nos ajuda a perceber o momento em que agimos precipitadamente; e dessa reflexão vem o remorso, o qual nos prepara para o pedido de desculpas. Reconhecer que fomos precipitados nos argumentos, significa, muitas vezes, humilhar-se e se fazer pequeno, reconhecer que errou. Perdoar ou liberar perdão não é ter “amnésia” sobre o ocorrido, mas sim, disponibilizar-se a restabelecer o relacionamento abalado. Do remorso ao perdão há uma pequena distância, mas o espaço é grande o bastante para residir o orgulho. Sentimento este que nos tentará convencer de que o ato de se desculpar ou reconhecer seu erro é atitude dos fracos. Por outro lado, infelizmente, há pessoas que não aceitam as nossas desculpas. Preferem romper com os laços afetivos em vez de crescer e amadurecer por meio dos exercícios apresentados pela vida. Insistem em manter a irredutibilidade e a prepotência, que pensam possuir, em vez de dar o passo que romperá com as cadeias que as prendem. Talvez querendo cumprir a lei do “olho por olho, dente por dente”, esperam por um momento de revanche. Enquanto isso, desperdiçam tempo e amargam seus dias remoendo o que já está resolvido para aquele que se dispôs a se desculpar. A vida é muito curta para se gastar o precioso tempo com comportamentos que não trazem a sustentabilidade de nossas convivências. Pedir ou conceder perdão não nos exige mais do que podemos agüentar. Sabemos de pessoas que gastam muito tempo buscando motivos para justificar suas infelizes atitudes, fazendo-se de injustiçadas, em vez de adotar gestos de humildade e agir de maneira diferente. Na verdade, elas são vítimas do orgulho, que mata pessoas e sentimentos! Mais importante – do que lembrar que não devemos desculpar – seria fazer uso da faculdade de reflexão e reconhecer que ninguém está acima dos lapsos e erros. Pois aquele, que errou hoje, poderá ser você amanhã… Não percamos tempo monopolizando picuinhas, ressentimentos ou retendo perdão. Se uma situação especial o faz refletir – levando-o ao ato da reconciliação –, peça ou dê o perdão e continue a viver com a experiência adquirida. Situações mal resolvidas afetam outras áreas de nossa vida. Talvez, por isso, existam ainda alguns problemas não “equacionados” em nossas vidas, pois esses são reflexos dos fragmentos dos “elos” que deixamos se perder ao longo do caminho.


(Texto de Eduardo Moura)

terça-feira, 12 de abril de 2011

O amor é a resposta

E assim foi que aprendi, olhando ao meu redor
Que o mundo é muito triste sem amor
Que a vida não tem graça se eu não amo.
Nem tudo o que eu sonhar será como eu sonhei, porém se eu não tentar jamais eu saberei o gosto de viver, o gosto de esperança!

E assim foi que aprendi na hora de sofrer, que nada faz sentido sem perdão, que se eu não perdoar eu me enveneno.
E, se eu viver querendo eterna compreensão, jamais aprenderei do amor esta lição.
O amor é bom demais, porém às vezes dói!

E assim foi que aprendi, olhando aquela cruz, olhando aqueles olhos a sofrer, e aquele coração sangrando aberto:
Não haverá mais pão se o trigo não morrer, não há libertação sem risco de perder.
O amor que é prazer, também tem seus tormentos!

E assim foi que aprendi olhando para o céu que o mundo quase nunca satisfaz, sem Deus nenhum sistema traz a paz.
Eu sei que a religião também pode enganar, não há libertação se eu não me questionar...

...A vida é uma questão
O amor é uma resposta.

Pe. José Fernandes de Oliveira, SCJ (Padre Zezinho)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Jovem, é preciso estar preparado!

Meus queridos irmãos, é fato que hoje grande parte da sociedade se volta contra os preceitos e doutrina da Igreja Católica, principalmente nos assuntos popularmente polêmicos como pesquisas com células-tronco embrionárias, aborto, homosexualismo e métodos anticonsepcionais como Preservativos e pílulas "do dia seguinte".A Igreja convicta de seus ensinamentos, mentem inabalável seu pastoreio consciente e responsável de quem tem sido por todos estes anos, fiel aos ensinamentos da Sagrada Escritura.A sociedade hoje entende que a Bíblia e a Igreja devessem se moldar as necessidades dos dias atuais, o que levaria a doutrina entrar em contradição em relação aos Sagrados Ensinamentos de Cristo.Por tudo isso, percebemos um grande movimento por parte de muitos (seitas, religiões diversas, líderes políticos e principalmente grande parte da mídia) afim de convencer os jovens que a fé independe de religião, e que a Igreja Católica é um atraso no avanço da humanidade, seja socialmente quanto tecnologicamente falando.Nunca foi tão importante trabalhar a consciencia de nossos jovens para que se mantenham firmes na fé com a certeza do nosso chamado a servir a Cristo, um Cristo sobretudo Eucarístico. Haveremos de ser perseguidos por alimentar esta convicção, muitos haverão de cair e negar a própria fé alimentados pelas persuasões do inimigo, mas eu acredito piamente na força de nossa Juventude, que além de um "Papai do Céu", temos também uma amada e poderosa "Mamãe do Céu", sem falar nas intercessões dos Santos e Anjos dos Senhor. Cabe agora a nós estarmos preparados para tais perseguições, pois o Inimigo tende a tentar semear, a discórdia, a mentira, a ganância, a soberba e a desobediência principalmente entre os jovens que buscam as Coisas do Alto. O inimigo reconhece a força que tem esta juventude, mas é preciso sobretudo que esta própria juventude consiga se conscientizar desta força que ela possui, para que possamos juntos através da fé, da esperança e da caridade, nos unirmos afim de evidenciar o Evangelho até os confins da terra. Não devemos temer perseguição alguma, mas devemos estar preparados para elas. Ser Católico nos dias de hoje, tem se tornado motivo de acusação para aqueles que decidiram viver a margem de nossa doutrina. Mas para nós vai muito além de uma questão de fé, é sinônimo de obediência a palavra, obediência ao chamado que Deus fez para cada um de nós. É impensável que o Espirito Santo habite na desobediencia, na soberba, no orgulho e na divisão. É Bíblico, quem obedece nunca erra..."acerca de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, descendente de Davi quanto à carne, 4. que, segundo o Espírito de santidade, foi estabelecido Filho de Deus no poder por sua ressurreição dos mortos; 5. e do qual temos recebido a graça e o apostolado, a fim de levar, em seu nome, todas as nações pagãs à obediência da fé." Romanos 1,3ss. Nossa amada Igreja é Santa e pecadora e sempre se reconheceu como tal, ora Santa pela presença de Cristo como cabeça deste Corpo Místico, ora pecadora pelas imperfeições de seus membros falhos e pecadores..nós. Mas não existe equívoco nas decisões doutrinárias da Igreja, a não ser que a bíblia teria também lá seus equívocos, o que é absurdo, mas claro que ao longo dos anos foram cometidos muitos erros no modo como essa doutrina era aplicada, e é justamente por estes erros que tivemos a oportunidade de ver o Santo Padre o Papa João Paulo II pedir perdão ao mundo por erros da Igreja em tempos de outrora.(Ver http://veja.abril.com.br/150300/p_057.html ) Mas volto a afirmar, não existe equívoco no conteúdo de sua doutrina.E o jovem que pretende seguir professando esta fé, deve sempre ter a convicção da autentica autoridade de nossa Igreja, de modo a encarar todos estes desafios e perseguições com muita força, certeza e principalmente amor, afim de não serem influenciados pela mídia, líderes políticos e outros inumeros perseguidores de nossa Igreja. "eis que vos envio como cordeiros entre lobos"Lc10,3Enfim, é tempo de nos prepararmos, tempo de orarmos, sobretudo unidos em Cristo para enfrentarmos o que a Igreja chama em seu Catecismo (CIC 675) de "momento derradeiro da Igreja" ( http://www.catequista.net/catecismo/P0601-0750/675.htm ). Que venham novas seitas, que venha o Anticristo, pois tenho comigo que estaremos firmes na fé e amparados sob o Manto Daquela que esmaga a cabeça da serpente cheios do verdadeiro Amor de um Jesus Eucarístico prontos para impedir a apostasia da verdade em nosso meio.Chega de ouvir que a Igreja tem perdido fiéis... a Igreja não perde um fiel sequer, pois se perdeu...este por sua vez não era fiel. Louvado seja Deus por minha Igreja, louvado seja Deus pela riqueza de sua doutrina, Louvado seja Deus pela presença de Nossa Senhora e de todos os Santos e Anjos do Senhor qual sempre pedimos por intercessão. Louvado seja Deus por nossa juventude! Amém!!!


(Texto de Renato Emanuel)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Adolescência e seus aspectos!


"A rebeldia surge pela evolução do pensamento"

Adolescência significa “fazer–se homem/mulher, crescer na maturidade”. Etapa de vida marcada por desequilíbrios e instabilidades extremas: de momentos de euforia, de reclusão, audácia e timidez, passividade ou urgência, mudanças rápidas de interesse por um assunto, seguidas ou ao mesmo tempo de conflitos afetivos, crises religiosas (não ter religião ou ser fervoroso em sua crença), dúvidas, contradições e revoltas intelectuais, sociais e filosóficas, ou condutas sexuais adequadas ou não à sua idade.

O exagero em intensidade ou a persistência desses fenômenos é que, ao longo do tempo, configuram um comportamento normal ou não.

É notório que os traços físicos são mais marcantes e evidentes nas mulheres e até mesmo mais rápidos do que nos homens. As diferenças de reação para cada uma dessas situações na adolescência é praticamente única para cada jovem, inclusive entre irmãs na mesma família.

Imagine um corpo de mulher que muitas vezes não é maduro o suficiente do ponto de vista psicológico; assim, acontece com muitas jovens. Socialmente, exigem-se posturas de mulher, padrões de beleza, de sexualidade precoce.

Vivendo essa crise de identidade, a jovem pouco preparada ou acolhida em suas relações sociais é facilmente induzida a comportamentos e escolhas erradas quando falamos em namoro, atitudes agressivas ou rebeldes.

A rebeldia surge pela evolução do pensamento: ser crítica, analisar, saber os porquês, sair à frente, faz com que a jovem questione a autoridade presente (pais, professores, o grupo ao qual pertence). Um 'não' como resposta já não é suficiente. Por outro lado, a timidez ou a baixa estima de si leva-a a buscar soluções extremas: aderir a grupos radicais, usar drogas, adotar atitudes agressivas, ter posturas induzidas (pela TV, pelo grupinho, pelo modismo) para que “seja aceita” socialmente. A urgência das jovens, muitas vezes, levam-nas a querer viver tudo rápida e intensivamente, sem espaço para a espera ou julgamento.

Namorar ou “ficar” pode vir simplesmente pela carência encontrada na família. Muitas ações são feitas muito mais pela imitação do que pela adaptação e pela avaliação crítica e consequente das ações que ela toma: um namoro mal escolhido, uma relação sexual precoce, uma revolta contra os pais, dentre outras. O afeto familiar é importante para que adolescentes sejam mais adaptáveis e menos agressivas, assim como os grupos dos quais participam na sociedade. A religiosidade é importante tanto como grupo quanto como direção das condutas de uma jovem. A evolução da infância para a vida adulta é importante e deve ser vista com respeito: reconhecer, acolher e apoiar seus medos, ajudá-la no discernimento, fazer com que pense no coletivo e não apenas de forma egoísta e individual.

Com esse apoio a jovem terá mais segurança para tomadas de decisão, obterá melhores resultados nas suas investidas, sofrerá menos frustrações e passará pela transição à vida adulta com muito mais equilíbrio comportamental.

É o ensinamento que pais, educadores e todos aqueles que convivem com jovens podem dar: o uso da liberdade vinculado à responsabilidade.

Fonte: Canção Nova/ formação/Elaine Ribeiro - Psicológa
elaineribeiro@hotmail.com

sábado, 26 de março de 2011

Liberdade de Juventude


Exausto e cansado
Cansado e exausto
Até quando terei que falar?
Até quando terei que ouvir e pensar?
Fuja!
Nada poderá te segurar.
Corra!
Nada poderá te perseguir.
Comece o que há de mais novo.
Cante!
Você é jovem, poderá fazer o que quiser.
Dance!
Se mova, comece a realizar cada sonho.

Uma composição...

...não é uma canção mal traduzida.

Um trocar de sapatos poderá ser novas realizações.

Então...
Vista-se e brilhe.
Pule e grite.

Somos jovens e seguiremos o vento até o
amanhecer do sol.

Somos todos iguais e ouviremos a música
até que o son termine.


Pule e cante.

Grite e dance.

terça-feira, 22 de março de 2011

Jovens e Jovens

A juventude, os jovens de modo geral, têm sido assunto constante nos noticiários atuais.

Fala-se das jovens adolescentes que engravidam prematuramente...

De jovens perdidos no lodaçal dos vícios...

De jovens que põem fogo em índios e mendigos...

De jovens tresloucados, que se arrebentam em acidentes violentos nas competições ilegais, chamadas "rachas".

Quando lemos ou ouvimos tais informações, ficamos chocados com tantos desatinos e logo imaginamos o que será do futuro da Terra, se a juventude está perdida.

Todavia, os olhos e ouvidos interessados, podem ler ou ouvir vez que outra, uma tímida notícia de jovens que se dedicam com fervor ao bem geral.

São jovens cientistas premiados pelos esforços dedicados em busca de melhor qualidade de vida para enfermos anônimos...

Jovens que se entregam de corpo e alma às artes, exaltando o bem e o belo.

Com habilidade extraem sons melodiosos dos teclados...

Com graciosidade cantam, dançam, fazem acrobacias nas quadras esportivas...

Jovens saudáveis que dedicam o tempo a distrair e alegrar pessoas idosas e enfermas enclausuradas em velhanatos...

Adolescentes que se chocam com a miséria do próximo e envidam esforços para minorar-lhes o sofrimento...

Tantos são os jovens que são arrimo da família. Que trabalham de sol a sol na lavoura, regando com o próprio suor a terra generosa de onde retiram o sustento...

Jovens médicos que, com mãos hábeis, fazem cirurgias extraindo tumores dos corpos, sem deixar vazio o coração dos pacientes desesperados.

Jovens que, apesar de conquistarem a fama, não se permitem a promiscuidade nem se prestam a promover produtos que incitam aos vícios nem aos desregramentos na área da sexualidade.

Jovens que falam do Cristo e buscam viver Seus ensinos..

Como podemos perceber, há jovens e jovens...

Se o bem fosse mais divulgado, certamente seria imitado e adotado como postura por tantos jovens indecisos, inseguros, que acabam se decidindo pela maioria, ou pelo que pensam ser a maioria.

Assim, tenhamos a certeza de que a juventude não está perdida e que o futuro já está acontecendo hoje, com essa força juvenil saudável e entusiasta, capaz de derrubar as estruturas apodrecidas da sociedade em que vive e fortalecer os costumes sadios e promissores vigentes.

...............

Ser jovem é não ter cumplicidade negativa com o passado. É não se deixar contaminar pelos hábitos viciados de outras gerações.

Ser jovem é viver com entusiasmo, semeando alegria com discernimento.

A juventude é a primavera da vida, e jovem sem entusiasmo é como uma flor sem perfume, que tende a ser derrubada pelos primeiros ventos do inverno.

Portanto, o jovem para ser feliz, deve erguer bem alto a bandeira da solidariedade, da fraternidade e da verdadeira liberdade, que é a paz da consciência tranqüila

(texto de Naty Andrade)

domingo, 20 de março de 2011

Os 10 mandamentos do grupo de jovens


1. Que todos compareçam às reuniões, mesmo que o tempo seja ruim. Se vierem poucos, valorizar a estes e trabalhar com os que estão presentes, sem ficar chorando a ausência: poucos e bons fazem mais do que muitos indecisos.

2. Nunca chegar atrasado, e se não der para chegar em tempo, pedir desculpa ao grupo: todos merecem respeito, tanto o que chega quanto os que já estão na reunião.

3. Durante o encontro não ficar procurando falhas nem nos dirigentes nem nos companheiros, especialmente quanto ao comportamento.

4. Aceitar sempre participar das comissões, trabalho, ou dar opinião, porque realizar é melhor do que ficar criticando ou tirando corpo fora.

5. Tanto no grupo como nas comissões em que está, tomar parte sempre, para não ser apenas uma figura de enfeite.

6. Se alguém pedir a nossa opinião sobre um assunto importante, procurar sempre dizer alguma coisa, (sem repetir o que já foi dito), mesmo que o assunto não seja simpático.

7. Nossas maneiras de ver “como as coisas deveriam ser” devem ser expostas durante os encontros e não depois deles.

8. Não faça só o necessário, mas procure ajudar e encorajar os demais. As críticas também são formas de ajuda, desde que sejam construtivas e sejam feitas para melhorar.

9. Procurar sempre ver os encontros, festinhas ou movimentos como uma oportunidade de confraternização e não de desperdício de tempo e dinheiro.

10. Não viva se queixando disso e daquilo, enjoando os companheiros com as mesmas doenças ou conversas, mesmos problemas e fofocas, mas viva interessado no crescimento do grupo e de cada pessoa.

Espaço aberto pra te acolher!!

Érika Rodrigues e Pe. Marcelo Rossi = Sonda-me